Lista dos Órgãos Sociais eleitos mandato 2017/2021

 Mesa da Assembleia Geral

Nome

 

Movimento

Presidente

João Fernando Brito Nogueira

PenCe Movimento Independente Pensar Cerveira, de V. N. de Cerveira

Vice-Presidente

Ana Januário

AJSIM - Porto de Mos

Secretário

Ana Isabel de Jesus Alves Monteiro

MPM – Movimento pela Marinha, de Marinha Grande

Secretário

Maria José Ferreira

Movimento Cívico por Elvas

Secretário

José Carlos Baptista Garrucho

MAR – Movimento Autárquico de Renovação, de Mira

 

   

 Direção

 Nome

Movimento

Presidente

Aurélio Pedro Monteiro Ferreira

MPM – Movimento pela Marinha, de Marinha Grande (vereador)

Vice-Presidente

Nuno Lacão

CLIP – Portalegre (vereador)

Vice-Presidente

Manuel Malícia da Trindade

DAR - Dedicação, Ambição, Responsabilidade, JF Fundão (presidente

Vice-Presidente

José Manuel Silva

SC - Somos Coimbra (vereador)

Vice-Presidente

Jorge Eduardo Ferreira Sampaio

MIAP – Anadia (vereador)

Vice-Presidente

Emanuel Pontes

MVC - Movimento Viver o Concelho, de Caldas da Rainha

Vice-Presidente

Vítor Nelson Esteves Torres da Silva

PenCe Movimento Independente Pensar Cerveira, de V. N. de Cerveira

Vice-Presidente

Fernando Silva

UPOB – Unidos Por Oliveira do Bairro (vereador)

Vice-Presidente

Ricardo Nascimento

RB1 – Ribeira Brava, Madeira (presidente)

Vice-Presidente

Albino Januário

AJSIM - Porto de Mós

Vice-Presidente

Luís Manuel da Silva Barroso

LCFCI - Lagos (vereador)

Vice-Presidente

Anabela Cartas

Movimento Civico por Elvas

Vogal

Miguel Machado

PM - Podemos Mais 2017 (vereador Lajes do Pico – Açores)

Vogal

Sérgio Paulo Ribeiro Jacinto

MCTNL – Movimento Cidadãos Torres nas Linhas, Torres Vedras

Vogal

Paulo Caiado

UPOB – Unidos Por Oliveira do Bairro (AM)

Vogal

Jorge Marques

MPM – Movimento pela Marinha, de Marinha Grande (jf)

Vogal

Eduardo Frazão

MPN – Nadadouro (JF)

Vogal

Francisco José Parreira Barreto

MMPI – Nossa Senhora de Machede, Evora (JF)

Vogal

Carlos Dias

CM1 - Castro Marim

Vogal

Luis Carvalho

CLIP – Portalegre

Vogal

Andre Monteiro

MAR – Movimento Autárquico de Renovação, de Mira (AM)

Vogal

Ricardo Romão

CLIP – Portalegre

Vogal

Jose Manuel Carvalho

MIAP – Anadia (AF)

 

   

 Conselho Fiscal

 Nome

 Movimento

Presidente

Alberto Fernando Fróis Santos

MICRM – Movimento Independente do Concelho de Rio Maior

Secretária

Jorge Alexandre da Silva Nunes

MCTNL – Movimento Cidadaos Torres nas Linhas, Torres Vedras

Relator

Carla Isabel Martins Miranda

UPOB – Unidos Por Oliveira do Bairro

ESTRATÉGIA


Visão


A AMAI em 2017 representa a totalidade dos movimentos de cidadãos independentes concorrentes aos órgãos autárquicos, contribuindo para que todas as candidaturas alternativas aos partidos fossem alvo de escrutínio democrático pelos seus eleitores locais.


Missão


Garantir a total equidade das candidaturas dos Movimentos de Cidadãos Independentes e das Candidaturas Partidárias nos processos eleitorais em Portugal. Nos termos e para cumprimento da Constituição da República, promover a participação dos cidadãos para o cumprimento dos deveres e direitos democráticos da representação de cidadãos independentes na gestão autárquica em alternativa e ou complementaridade à representação partidária.


Objectivos


Unir o país e os movimentos de cidadãos em torno da VISÃO Estratégica;
Potenciar a atenção da comunicação social na divulgação da missão e acontecimentos da Cidadania Participativa Independente;
Promover a Alteração da Lei Eleitoral para a Equidade da participação dos Cidadãos Independentes;
Apoiar tecnicamente os Movimentos de Cidadãos Independentes;
Reforçar a Comunicação entre os Movimentos de Cidadãos Independentes;
Promover a Solidariedade entre Movimentos de Cidadãos Independentes;


Grandes Linhas


Igualdade de direitos dos Eleitos pelos MCI em relação aos eleitos pelos partidos Influenciar a vida politica nos órgãos locais
Dar notoriedade à AMAI e mediatizar o direito à igualdade dos MCI
Partilha de experiências, boas práticas e apoio técnico aos MI existentes e aos que vierem a constituir-se.


Estrutura directiva


Direcção representativa de todos os MCI;
Comissão executiva operacional e ágil;
O Presidente além da representação deverá delegar junto dos restantes membros responsabilidades e tarefas, assegurando o papel de liderança e coordenação.


Slogan apelativo


TORNAMOS REAL A REPRESENTAÇÃO DEMOCRÁTICA DOS CIDADÃOS INDEPENDENTES


Acções


Fazer e implementar um plano de comunicação
Reuniões com os líderes dos partidos, associações e ordens profissionais.
Pressão direta sobre os Partidos, Candidatos Presidenciais e indireta sobre outras organizações ou personalidades relevantes para que haja alteração da lei eleitoral no sentido da equidade de todas as Candidaturas. (procuradoria, ministério público).
Pressão direta sobre os Órgãos da República (Presidência da República, Assembleia da República, Governo, Provedoria da República, Tribunal Constitucional, etc.) para que haja alteração da lei eleitoral no sentido da equidade de todas as Candidaturas;
Workshops de partilha de experiências a partir das limitações impostas pelos partidos nos órgãos eleitos (Pode permitir uma intervenção mais organizada e acutilante dos MCIs)
Encontro nacional dos MCIs depois das presidenciais


A evitar

Qualquer colagem a AMAI aos MI da Grécia ou Espanha.
Por isso o nome deve ser alvo de atenção especial.Se MC ou MI.
Ideologias como partido dos independentes.
Contradições entre o que se diz e o que se faz.

Os Movimentos Autárquicos Independentes congregados em torno da AMAI, pela sua génese, representatividade e dinâmica do poder local, têm um olhar próprio sobre a sociedade e o Estado, pugnando por uma nova ordem em democracia plena, assente na ética e em relações de proximidade, como fatores de desenvolvimento sustentável.
É essa visão que de forma resumida se expressa na presente CARTA CÍVICA, constituindo o nosso guião e respetivo código de conduta.
O aspeto nuclear desta “carta” assenta nas pessoas como bem mais precioso, propondo-se contribuir para a sua realização e felicidade e para pôr o seu potencial ao serviço da afirmação e recuperação do país, expressão do exercício de uma cidadania activa.


1 – Filosofia da sociedade e do Estado


Conforme o estabelecido na Constituição da República:
“Todos dos cidadãos têm o direito de tomar parte da vida política e na direção dos assuntos públicos, diretamente ou por intermédio de representantes livremente eleitos”. O que está emcausa é garantir o cumprimento pleno da Constituição como condição indispensável para uma democracia plena. Por sua vez, só haverá uma democracia plena com uma participação
institucional plena dos cidadãos. Ora, isso não tem acontecido.
O que está em causa, é revigorar um sistema assente nos Partidos políticos que se foi esgotando e desacreditando, provocando alheamento e abstencionismo. Gerou-se, assim, um ciclo vicioso autofágico, que se fortalece, enquanto o sistema democrático fica cada vez mais debilitado. É inadiável quebrar esse ciclo.
O que está em causa, é ativar a sociedade civil não partidária, em simultâneo à realização das Pessoas, na perspetiva do serviço pelo bem público do país e das comunidades em que nos inserimos, aumentando a participação política, a auto-estima e o sentimento patriótico e de orgulho nacional.


2 – Pilares da Democracia Participativa e papel dos Cidadãos nos Órgãos do Estado

 

Além da participação nos atos eleitorais e através de organizações sociais, culturais, desportivas, religiosas, económicas, etc., o papel pleno dos cidadãos na sociedade obriga a que disponham de um adequado quadro institucional para concorrerem aos órgãos de eleição direta. Sem isso, ficará a faltar um pilar fundamental no edifício democrático com os inevitáveis desequilíbrios.
Isto é condição indispensável para termos mais e melhor democracia em Portugal. Por isso, nestes aspetos exige-se que os agentes legislativos consagrem em lei o espírito e letra da Constituição da República, no quadro da situação presente e futura.
Torna-se imperioso, atuar a três níveis: poder local, poder regional e Assembleia da República.
No poder local, criando nova legislação para os Grupos de Cidadãos Eleitores, no que respeita às eleições: símbolos no boletim de voto, assinaturas, financiamento, etc.
No presente, são muitos os obstáculos. O que se justifica não é uma equiparação aos partidos e coligações (que são realidades distintas), mas sim normas específicas justas e equilibradas para que os Movimentos disponham de condições para o seu trabalho cívico, ao contrário do que agora acontece.
No poder regional, o quadro legal que vier a ser aprovado para as futuras Regiões Administrativas (que são autarquias, conforme a Constituição), deverá contemplar a candidatura de Grupos de Cidadãos Eleitores.
Quanto à Assembleia da República, é urgente a criação de círculos uninominais, com a possibilidade dos Grupos de Cidadãos Eleitores poderem concorrer.


3 – Normas de Conduta dos Movimentos Independentes da AMAI


Além da fidelidade aos grandes princípios dos pontos 1 e 2 desta CARTA CÍVICA, os Movimentos Independentes da AMAI adotarão as seguintes Normas de Conduta:


- Abertura a todos os cidadãos que respeitem padrões éticos, transparência e isenção.
- Estímulo à participação cívica e solidária.
- Independência, autonomia e cooperação perante os Órgãos de Soberania, partidos políticos, organismos do Estado, confissões religiosas e associações cívicas, sociais, culturais, económicas, desportivas, ambientais, etc.
- Intransigente afirmação do Poder Local, como base fundamental de defesa das comunidades locais e do desenvolvimento sustentável.
- Respeito absoluto pela diversidade de opiniões, ideologias, etnia, convicções religiosas ou orientação sexual.
- Autonomia plena de cada Movimento nas suas atividades e ação nos órgãos autárquicos que integrem.
- Forte empenhamento e apelo à participação dos eleitores, independentemente das suas eventuais escolhas políticas.
- Sensibilização das comunidades locais e cidadãos em geral para fazerem opções eleitorais com base na ética e capacidade dos candidatos, em vez da preponderância cega do “emblema” partidário.


4 – Objetivos/Linhas de Ação


Genericamente, salienta-se:

- Participação ativa dos Movimentos e seus membros na apresentação de propostas e debates sobre os problemas das suas comunidades locais e dos seus concidadãos.
- Trabalho autárquico fora de quaisquer tendências ou interesses partidários ou de grupo.
- Diálogo intenso com os agentes do poder, tendo em vista adequar a legislação à especificidade dos Movimentos Autárquicos Independentes.
- Cooperação com a ANMP e a ANAFRE, reforçando a sua capacidade de intervenção em defesa do Poder Local.
- Apoio da AMAI aos Movimentos e Grupos de Cidadãos Independentes, através do intercâmbio, mobilização dos seus membros e apoio (quando solicitado), perante questões técnicas ou jurídicas concretas.
- Em casos graves nomeadamente de ocorrência de ilegalidades, práticas obstrutivas ou antidemocráticas nos Órgãos Autárquicos que os Movimentos Autárquicos Independentes integrem, a AMAI poderá tomar posições públicas que forem consideradas adequadas, através da sua Direcção, após consulta dos Movimentos associados.
- Sensibilização dos cidadãos independentes e apoiá-los na preparação dos processos para efeito de candidaturas às eleições autárquicas.


Tomar, 7 de Maio de 2011
A Comissão Instaladora